Este artigo examinou as manifestações clínicas da apraxia de fala na infância (AFI),
as dificuldades de diagnóstico diferencial e as implicações do transtorno para a linguagem e a
comunicação funcional. Desenvolveu-se uma revisão narrativa crítica, de interpretação
qualitativa, apoiada em publicações brasileiras e internacionais, incluindo pesquisas de
intervenção divulgadas até 2025. A análise considerou diferenças entre relatos clínicos,
revisões e estudos com medidas de tratamento, sem realizar contagem sistemática de registros
ou metanálise. As fontes associam a AFI a erros inconsistentes, alterações nas transições
articulatórias e na prosódia, sinais que exigem interpretação conjunta e investigação de
condições associadas. Resultados terapêuticos recentes registram mudanças na precisão de
palavras treinadas e não treinadas, mas não autorizam inferir, isoladamente, melhorias na
participação comunicativa. Os documentos também apresentam diferenças de desenho e de
desfechos que restringem comparações diretas entre técnicas. A avaliação e o atendimento
devem considerar tanto os aspectos motores da fala quanto as formas de participação da
criança em contextos familiares e escolares. Permanecem necessárias pesquisas que
acompanhem a comunicação funcional com critérios explícitos e medidas repetidas.
Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: Fonoaudiologia
Ano: 2026
Cutter: S725a
Publicação: 26-10-2026
Nº Páginas: 17
Autores:FRANCISCO ROBERTO DE SOUSA (---)
Palavras-Chave: - Apraxia de Fala na Infância
- Comunicação Funcional
- Diagnóstico diferencial
- Fonoaudiologia
- Terapia da Fala
Keywords: - Childhood Apraxia of Speech
- Differential Diagnosis
- Functional Communication
- Speech therapy
- speech-language pathology