A automedicação é uma prática amplamente disseminada no Brasil e no
mundo, especialmente no uso de analgésicos e anti-inflamatórios não esteroides.
Embora esses medicamentos sejam eficazes no alívio de sintomas como dor e
inflamação, seu uso indiscriminado pode resultar em efeitos adversos significativos,
interações medicamentosas e agravamento de doenças. Este estudo teve como
objetivo analisar os impactos da automedicação e destacar o papel do farmacêutico
na promoção do uso seguro desses medicamentos. Trata-se de uma revisão
bibliográfica integrativa, com abordagem qualitativa, baseada em estudos publicados
entre 2017 e 2025, selecionados nas bases PubMed, SciELO e BVS, além de
documentos institucionais. Os resultados evidenciam que a automedicação está
associada a riscos relevantes à saúde pública, sendo impulsionada por fatores como
fácil acesso aos medicamentos e falta de orientação adequada. Nesse contexto, o
farmacêutico exerce papel fundamental na educação em saúde, orientação
terapêutica e prevenção de danos. Conclui-se que estratégias voltadas à promoção
do uso racional de medicamentos e ao fortalecimento da atuação clínica do
farmacêutico são essenciais para minimizar os impactos da automedicação.
Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: FARMÁCIA
Ano: 2026
Cutter: Q1
Publicação: 31-07-2026
Nº Páginas: 15
Autores:VANIA QUARESMA (---)
Orientadores: Esp. Paula Regina Costa Mendes de Holanda
(Lattes)
Palavras-Chave: - Analgésicos
- ANTI-INFLAMATORIOS
- Atenção farmacêutica
- Automedicação
- Uso Racional de Medicamentos
Keywords: - Analgesics
- Anti-inflammatory drugs
- Pharmaceutical care
- Rational use of drugs
- Self-medication