Este artigo examina a implementação da Inteligência Artificial (IA) no Judiciário brasileiro, focando na necessidade de equilibrar a celeridade processual e a proteção de dados pessoais, conforme as diretrizes da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e da Resolução CNJ nº 615/2025. Diante do problema da morosidade judicial, o estudo busca compreender como as ferramentas tecnológicas podem aumentar a eficiência da prestação jurisdicional sem comprometer direitos fundamentais, como a privacidade e o devido processo legal. O objetivo geral consiste em examinar a aplicação da Inteligência Artificial no Judiciário brasileiro à luz dos ditames protetivos da LGPD e das diretrizes de governança da Resolução CNJ nº 615/2025. A pesquisa adota uma abordagem qualitativa e exploratória, estruturada por meio de revisão bibliográfica e análise normativa, utilizando o método dedutivo com base em referenciais teóricos sobre IA e cognição. Como técnica de investigação, recorre-se à análise de fontes secundárias, o que inclui doutrina especializada, legislação e documentos institucionais. Ao final, conclui-se que a incorporação da IA no ecossistema do Judiciário precisa ocorrer de maneira estritamente controlada. Para garantir a eficiência sem violar direitos fundamentais, é indispensável a manutenção da supervisão humana obrigatória e o estabelecimento de mecanismos sólidos de transparência algorítmica.
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Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: DIREITO
Ano: 2026
Cutter: A663i
Publicação: 31-07-2026
Nº Páginas: 15
Autores:
João Victor Picanço Azevedo dos Santos (joaovictor.9.picanco@gmail.com)

Gabriel Chaves de Araújo (dirdireitogfl@gmail.com)

ANTONIO HUMBERTO RODRIGUES BELMONT (antoniohumberto7234@gmail.com)

Orientadores: 
M.Sc. HUGO MOTA NOGUEIRA (Lattes)

Palavras-Chave: 
  • Celeridade Processual
  • Inteligência Artificial
  • lgpd
  • Poder judiciário
  • Proteção de Dados
Keywords: 
  • Artificial Intelligence
  • Data protection
  • Judiciary
  • L.G.P.D
  • Procedural efficiency