Esta pesquisa analisa o papel pedagógico dos jogos tradicionais e da ludicidade como ferramentas fundamentais para a socialização e inclusão de crianças de 4 a 6 anos na Educação Infantil, com ênfase no Transtorno do Espectro Autista (TEA). O problema central reside no hiato entre as garantias legais de inclusão e a realidade escolar, agravado pela crescente digitalização da infância que substitui o brincar coletivo por atividades solitárias em telas. A metodologia caracteriza-se como uma revisão bibliográfica de natureza qualitativa e exploratória, realizada entre janeiro e fevereiro de 2026 nas bases SciELO, Google Acadêmico e Portal de Periódicos da CAPES, abrangendo publicações do recorte temporal de 2016 a 2026. Os resultados demonstram que o jogo tradicional, ao exigir pactos sociais e comunicação interpessoal, atua como um potente mediador na Zona de Desenvolvimento Proximal (ZDP), permitindo que a criança gerencie frustrações e desenvolva empatia. Identificou-se que a ludicidade não é apenas entretenimento, mas um organizador neurológico e social que favorece a autonomia. Concluiu-se que a eficácia dessas práticas depende de uma mediação docente consciente e sensível, capaz de ressignificar os jogos tradicionais para atender às singularidades do TEA, transformando o ambiente escolar em um espaço de vivência democrática e inclusiva.
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Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: PEDAGOGIA
Ano: 2026
Cutter: M357
Publicação: 24-07-2026
Nº Páginas: 15
Autores:
RAQUEL RODRIGUES MARQUES (---)

Orientadores: 
Dr(a) CARLOS ALEXANDRE DE OLIVEIRA (Lattes)

Palavras-Chave: 
  • : Educação infantil
  • Autismo
  • Jogos
  • Socialização
  • tradicionais
Keywords: 
  • Autism
  • Early Childhood Education
  • School Inclusion
  • Socialization
  • traditional games