As parasitoses intestinais continuam sendo um importante problema de saúde pública, especialmente em regiões com deficiência de saneamento básico. Paralelamente, as redes sociais têm ampliado a divulgação de protocolos de “desparasitação” sem respaldo científico, incentivando a automedicação e o uso indiscriminado de antiparasitários. O presente estudo teve como objetivo analisar os impactos da desinformação digital relacionada à desparasitação e seus possíveis riscos à saúde humana. Trata-se de uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, realizada nas bases SciELO, BVS, PubMed e Google Scholar, além da análise de conteúdos publicados no Instagram e Facebook. Os resultados demonstraram que a disseminação desses protocolos pode favorecer toxicidade medicamentosa, resistência parasitária, mascaramento de doenças e desinformação em saúde. Conclui-se que a desparasitação indiscriminada, desvinculada de critérios clínicos e epidemiológicos, pode representar riscos à saúde individual e coletiva.
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Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: BIOMEDICINA
Ano: 2026
Cutter: V632
Publicação: 09-07-2026
Nº Páginas: 17
Autores:
ANA PAULA CONSTANTINO DO AMARAL VICENTE (---)

Orientadores: 
Dr(a) RICARDO DE SOUZA SILVA (Lattes)

Palavras-Chave: 
  • Automedicação
  • Desinformação em saúde
  • Desparasitação
  • Parasitoses intestinais
  • saúde
Keywords: 
  • deworming
  • HEALTH
  • health misinformation
  • Intestinal parasitic infections 
  • Self-medication