Introdução: A automedicação é uma prática frequente na população geral e está relacionada ao uso de
medicamentos por iniciativa própria, especialmente aqueles isentos de prescrição. Embora muitas
vezes associada ao autocuidado, pode representar riscos à saúde individual e coletiva. Objetivo:
Analisar, a partir da literatura recente, os principais riscos da automedicação, seus fatores
determinantes e os desafios enfrentados pela Vigilância Sanitária diante dessa prática. Método: Trata
se de uma revisão de literatura, com levantamento de estudos publicados entre 2020 e 2025 nas bases
SciELO, PubMed e Google Acadêmico, além de documentos oficiais de órgãos regulatórios nacionais
e internacionais. Foram incluídos artigos completos em português e inglês que abordassem a
automedicação na população geral. Resultados: Os estudos demonstram elevada prevalência de
automedicação no Brasil, principalmente com analgésicos e anti-inflamatórios. Destacam-se riscos
como intoxicações, interações medicamentosas, agravamento de doenças e contribuição para a
resistência bacteriana. Fatores culturais, facilidade de acesso aos medicamentos e dificuldades no
acesso aos serviços de saúde aparecem como determinantes recorrentes. Considerações finais: A
automedicação configura fenômeno complexo que exige fortalecimento das ações educativas,
ampliação da orientação farmacêutica e aprimoramento das estratégias regulatórias, visando promover
o uso racional de medicamentos e reduzir danos à população.
Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: FARMÁCIA
Ano: 2026
Cutter: D812a
Publicação: 05-08-2026
Nº Páginas: 12
Autores:KATYUSKA SANTOS DUARTE (---)
Orientadores: M.Sc. RONALDO BELCHIOR DE ALBUQUERQUE MELO
(Lattes)
Palavras-Chave: - assistência farmacêutica
- Automedicação
- Intoxicação medicamentosa
- Uso Racional de Medicamentos
- Vigilância Sanitária
Keywords: - Drug intoxication
- Health Surveillance
- pharmaceutical services
- Rational Use of Medicines
- Self-medication