Este artigo analisou como as metodologias ativas têm sido utilizadas na educação inclusiva de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), com recorte específico para o Semiárido brasileiro. O objetivo foi investigar, por meio de uma revisão bibliográfica qualitativa, as abordagens existentes na literatura sobre o uso dessas metodologias, os desafios enfrentados por educadores e os impactos no processo de ensino-aprendizagem. A pesquisa foi realizada nas bases Google Acadêmico e Periódicos CAPES, utilizando como descritores autismo, metodologias ativas, inclusão e semiárido, em artigos publicados entre 2015 e 2025. Como resultado, observou-se que, embora haja avanços legais e propostas inovadoras no campo da educação inclusiva, ainda persistem barreiras, como a falta de formação continuada, a carência de recursos pedagógicos adaptados e as dificuldades estruturais enfrentadas por escolas da região. Os estudos analisados destacam o potencial de metodologias ativas, como tecnologias digitais e atividades lúdicas, para promover o engajamento, a comunicação e o desenvolvimento cognitivo de alunos com TEA. Constatou-se uma escassez de produções científicas que explorem essas práticas no contexto do Semiárido. Conclui-se que, para efetivar a educação inclusiva, é fundamental investir em políticas públicas, formação docente e no fortalecimento de práticas pedagógicas sensíveis às singularidades dos estudantes com autismo.
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Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: LETRAS
Ano: 2026
Cutter: S729m
Publicação: 15-06-2026
Nº Páginas: 15
Autores:
WELME RODRIGUES DE SOUZA (---)

Orientadores: 
M.Sc. HELDER AQUINO DE MELO (Lattes)

Palavras-Chave: 
  • Autismo
  • Educação
  • Educação Inclusiva
  • Metodologias ativas
  • Semiárido
Keywords: 
  • Active Learning Methodologies
  • Autism
  • Education
  • Inclusive education
  • semi-arid region