Introdução: A segurança do paciente em unidades de terapia intensiva é desafiadora devido à complexidade clínica e à polifarmácia, tornando os indivíduos altamente suscetíveis a eventos adversos relacionados a medicamentos. Objetivo: Analisar a incidência, gravidade, classes farmacológicas associadas e a evitabilidade das reações adversas a medicamentos em unidades de terapia intensiva, destacando o papel do farmacêutico clínico. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura composta por treze estudos primários que abordavam a ocorrência e o manejo desses eventos no ambiente intensivo. Resultados principais: A incidência das reações apresenta alta variabilidade devido à subnotificação pelos métodos de vigilância passiva. A adoção de metodologias de busca ativa revela taxas expressivas, majoritariamente de gravidade moderada, que exigem intervenção clínica imediata. Os antimicrobianos sistêmicos e os medicamentos de alta vigilância são os principais deflagradores. Constatou-se que a grande maioria das reações em adultos críticos é prevenível, decorrendo prioritariamente de falhas de processo. Conclusão: A transição para métodos proativos de rastreamento é imperativa. Nesse cenário, a inserção do farmacêutico clínico atua como a principal barreira de segurança, sendo essencial para a conciliação medicamentosa e interceptação de danos aos pacientes críticos.
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Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: FARMÁCIA
Ano: 2026
Cutter: G124p
Publicação: 11-06-2026
Nº Páginas: 17
Autores:
ALESSON DE OLIVEIRA GADELHA (---)

Orientadores: 
M.Sc. JULYANNE CONCEICAO GOES DE MENDONCA (Lattes)

Palavras-Chave: 
  • Medicação de UTI
  • Pacientes
  • reações adversas a medicamentos
  • Unidades de Terapia Intensiva
  • Vigilância Hospitalar
Keywords: 
  • FARMÁCIA CLINICA
  • farmacovigilancia
  • medicamentos
  • Segurança do paciente 
  • UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA