Introdução: A popularização das ferramentas digitais transformou a busca por orientações de saúde, intensificando a prática da automedicação. O uso de assistentes virtuais gera uma falsa sensação de segurança, muitas vezes ignorando riscos como interações medicamentosas e o fenômeno das alucinações algorítmicas. Objetivo: Analisar o impacto da inteligência artificial nas orientações sobre medicamentos e a importância do farmacêutico para garantir o uso racional dos fármacos. Metodologia: Realizou-se uma revisão de literatura descritiva e qualitativa em 2026, nas bases SciELO e RSD, selecionando 8 artigos publicados entre 2020 e 2026. Resultados principais: Os estudos revelam que, embora a inteligência artificial seja eficiente em ambientes profissionais supervisionados, a falta de regulação e o marketing digital agressivo induzem ao autodiagnóstico. Observou-se que a população pesquisa sintomas online com frequência, porém apresenta severa dificuldade em validar a confiabilidade das informações encontradas. Considerações finais: Delegar decisões terapêuticas a algoritmos aumenta a vulnerabilidade do usuário. O farmacêutico reafirma seu valor clínico como mediador essencial para garantir que a segurança do tratamento não seja substituída pela conveniência tecnológica.
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Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: FARMÁCIA
Ano: 2026
Cutter: S586u
Publicação: 10-06-2026
Nº Páginas: 16
Autores:
FLAVIA BEZERRA DA SILVA (---)

Orientadores: 
M.Sc. julyanne conceição (Lattes)

Palavras-Chave: 
  • Assistência farmacêutica.
  • Automedicação. 
  • Inteligência Artificial
  • Saúde digital.
  • segurança do paciente
Keywords: 
  • Artificial intelligence.
  • Digital health.
  • Patient Safety.
  • Pharmaceutical care.
  • Self-medication