A automedicação é uma prática amplamente difundida na população e representa um importante desafio para a promoção do uso racional de medicamentos. O presente estudo teve como objetivo analisar a produção cientifica acerca da automedição, destacando seus principais fatores associados, classes de medicamentos mais utilizados e os riscos à saúde. Trata-se de uma revisão literária, de caráter descritivo e exploratório, realizada por meio de análise de artigos científicos publicados entre 2016 a 2025, nas bases de dados SciELO, Google Acadêmico, Biblioteca virtual em saúde e LILACS. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão, foram selecionados nove artigos para compor a revisão. Os resultados evidenciaram elevada prevalência da automedicação, especialmente associada à facilidade de acesso aos medicamentos, à percepção de sintomas leves e ao conhecimento prévio dos usuários. As classes de medicamentos mais utilizadas sem prescrição medica foram analgésicos, anti-inflamatórios e antibióticos, sendo resultados os riscos relacionados ao uso inadequado, como reações adversas, interações medicamentosas, mascaramento de doenças e resistência bacteriana. Os estudos também destacaram a importância da atuação do farmacêutico na orientação da população e na promoção do uso racional de medicamentos. Conclui-se que a automedicação configura um problema de saúde pública e que o fortalecimento da atenção farmacêutica e de estratégias educativas é fundamental para minimizar seus impactos e garantir a segurança do paciente.
Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: FARMÁCIA
Ano: 2026
Cutter: O48a
Publicação: 10-06-2026
Nº Páginas: 12
Autores:TAMIRYS SAMPAIO OLIVEIRA (---)
Palavras-Chave: - atenção
- Automedicação
- FARMACÊUTICA
- medicamentos
- Racional
Keywords: - Care
- medicines
- Phamaceutical
- Rational
- Self-medication