Este trabalho apresenta uma análise das atribuições da assistente social à luz da Política Nacional de Cuidados Paliativos (PNCP), buscando compreender os desafios ético-políticos que permeiam o exercício profissional nesse campo. A pesquisa fundamenta-se na necessidade de desmistificar a atuação da assistente social, muitas vezes reduzida a ações paliativas humanitárias, reafirmando-a como uma prática de materialização de direitos e proteção social. Metodologicamente, trata-se de uma revisão bibliográfica de natureza qualitativa e analítica. Os resultados demonstram que, embora a PNCP de 2024 represente um avanço normativo, sua implementação ainda enfrenta barreiras estruturais, como a precarização das equipes multiprofissionais — que frequentemente excluem especialidades como Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional — e a influência da lógica de mercado, que prioriza a redução de custos em detrimento da integralidade. Conclui-se que o sofrimento ético da assistente social é reflexo da contradição entre o compromisso com a dignidade humana e os limites institucionais, reforçando a necessidade de uma postura crítica e resistente pautada na Política Nacional de Humanização (PNH).
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Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: SERVIÇO SOCIAL
Ano: 2025
Cutter: S729a
Publicação: 27-05-2026
Nº Páginas: 49
Autores:
AMANDA SÁ BARRETO DE SOUZA (---)

Orientadores: 
Dr(a) POLLYANNA FAUSTA PIMENTEL DE MEDEIROS (Lattes)

Palavras-Chave: 
  • Cuidados Paliativos
  • Direitos humanos
  • Humanização
  • Integralidade
  • SERVIÇO SOCIAL
Keywords: 
  • Human Rights
  • humanization
  • Integrality
  • Palliative Care
  • Social Work