Introdução: O racismo estrutural permanece um desafio nas profissões de saúde, especialmente na enfermagem, com manifestações interseccionais. Objetivo: Analisar atitudes étnico-raciais de profissionais de enfermagem do Estado de São Paulo e identificar fatores sociodemográficos associados. Métodos: Estudo transversal quantitativo com coleta online envolvendo 437 profissionais inscritos no COREN-SP. Utilizou-se a Escala de Atitudes Étnico-Raciais (EAER) com 23 itens. Amostra: 86,7% mulheres, idade média 43 anos, sendo 45,8% brancos, 30,2% pardos e 24,0% pretos. Resultados: Média geral da EAER foi 3,36 (DP=0,54). Raça/cor foi o principal fator associado às atitudes, com diferenças significativas em 12 dos 23 itens. Profissionais pretos e pardos reconheceram mais desigualdades raciais; brancos demonstraram maior adesão à igualdade abstrata, caracterizando racismo cordial. Conclusão: Atitudes étnico-raciais são influenciadas pela experiência racial, evidenciando necessidade de políticas antirracistas na enfermagem.
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Tipo De Obra: Artigo Científico
Classificação Temática: ENFERMAGEM
Ano: 2025
Cutter: G963
Publicação: 09-02-2026
Nº Páginas: 16
Autores:
THALINE FIGUEIRA GUIMARAES (---)

Orientadores: 
Dr(a) JUSSARA CARVALHO DOS SANTOS (Lattes)

Palavras-Chave: 
  • Atitudes
  • desigualdades raciais
  • Enfermagem
  • Racismo
  • Saúde pública 
Keywords: 
  • Attitudes
  • Nursing
  • Public health
  • Racial Inequalities
  • Racism