A obesidade infantil consolidou-se como um grave problema de saúde pública, impulsionada pela transição nutricional e pela predominância de ambientes obesogênicos que favorecem o sedentarismo e o consumo de alimentos ultraprocessados. O presente trabalho teve como objetivo investigar como o ambiente alimentar está associado à prevalência da obesidade infantil, abordando suas influências, desafios e perspectivas. Trata-se de uma revisão bibliográfica integrativa, realizada na base de dados PubMed, considerando artigos publicados entre 2015 e 2025 que abordassem políticas de ambiente alimentar e seus reflexos na saúde da criança. Os resultados indicaram que políticas restritivas e de oferta no ambiente escolar são eficazes para melhorar a qualidade da dieta (aumento do consumo de frutas e redução de bebidas açucaradas), todavia, não demonstraram impacto significativo isolado na redução do Índice de Massa Corporal (IMC) ou adiposidade, sugerindo a ocorrência de compensação alimentar no domicílio. Identificou-se também que o ambiente doméstico, influenciado pelo uso excessivo de telas e mídias digitais, e a insegurança alimentar em famílias vulneráveis são determinantes críticos para o ganho de peso. Conclui-se que intervenções focadas apenas na escola são insuficientes; o combate efetivo à obesidade infantil exige uma abordagem multissetorial que integre escola, família, comunidade e políticas públicas robustas de regulação do marketing e acesso a alimentos saudáveis.
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Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: NUTRIÇÃO
Ano: 2025
Cutter: M827
Publicação: 23-01-2026
Nº Páginas: 33
Autores:
CLEIDIANI MONTEIRO FERREIRA (cleidianicosta2204@gmail.com)

ANA BEATRIZ VIEIRA MORAES (---)

Orientadores: 
M.Sc. ROBERTA MONTEIRO DE OLIVEIRA CRUZ (Lattes)

Palavras-Chave: 
  • ambiente alimentar
  • Hábito alimentar.
  • Obesidade Infantil
  • Políticas Públicas
  • Saúde pública 
Keywords: 
  • Childhood obesity
  • Food environment.
  • Food habits.
  • PUBLIC HEALTH.
  • Public Policies.