O presente artigo discute os desafios emocionais e psicossociais vivenciados por crianças e adolescentes em situação de adoção tardia, analisando os efeitos da institucionalização prolongada, as dificuldades na formação de vínculos afetivos e os fatores que influenciam a adaptação ao contexto adotivo. A revisão narrativa qualitativa considerou estudos publicados entre 2010 e 2025, revelando que a longa espera está associada a impactos psicológicos como ansiedade, insegurança, sentimentos de rejeição, tristeza, desesperança e dificuldades de pertencimento, especialmente entre adolescentes próximos da maioridade. Também se identificou que intervenções psicossociais, preparo dos adotantes e políticas públicas adequadas têm papel central na redução do sofrimento e no fortalecimento dos vínculos. Contudo, a literatura ainda apresenta escassez de estudos que acompanham diretamente as vivências desses jovens durante o período de espera, o que limita uma compreensão mais profunda do fenômeno. Conclui-se que a adoção tardia requer ações integradas e humanizadas que garantam proteção emocional e favoreçam o desenvolvimento saudável daqueles que aguardam por uma família.
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Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: PSICOLOGIA
Ano: 2025
Cutter: S586a
Publicação: 31-12-2025
Nº Páginas: 22
Autores:
LEIDIANE DOS SANTOS SILVA (---)

Aelita de Araújo Baptista (aelitabaptista@gmail.com)

Orientadores: 
Esp. Erivanderson Ferreira Santos Silva (Lattes)

Palavras-Chave: 
  • Adoção tardia
  • Desenvolvimento Emocional
  • institucionalização
  • Políticas Públicas
  • VINCULOS AFETIVOS
Keywords: 
  • Affective Bonds
  • Emotional Development
  • Institutionalization
  • Late adoption
  • Public Policies