O estudo aborda a sífilis congênita como um grave problema de saúde pública no Brasil, analisando sua evolução epidemiológica, distribuição regional e os principais desafios para o controle e a erradicação da doença. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e quantitativa, com abordagem descritiva e analítica, baseada em um estudo transversal e em dados secundários provenientes do DATASUS e de boletins oficiais do Ministério da Saúde, referentes ao período de 2016 a 2024. O trabalho apresenta um histórico da sífilis e descreve o Treponema pallidum, destacando sua morfologia, mecanismos de infecção e fisiopatologia, incluindo os processos pelos quais ocorre a transmissão vertical e os danos fetais. São discutidos os métodos diagnósticos utilizados no pré-natal e no recém-nascido, bem como o tratamento gestacional e neonatal, com ênfase no uso da penicilina e na importância do tratamento do parceiro. Os resultados evidenciam maior concentração de casos nas regiões Sudeste e Nordeste, além de falhas na assistência pré-natal, reinfecções e desigualdades regionais. Entre os principais obstáculos estão a baixa adesão do parceiro ao tratamento, a subnotificação e limitações no acesso aos serviços de saúde. Conclui-se que, apesar dos avanços, a sífilis congênita permanece como desafio significativo, exigindo ações integradas, contínuas e voltadas tanto à gestante quanto ao casal para efetiva prevenção e controle.
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Tipo De Obra: TCC
Classificação Temática: BIOMEDICINA
Ano: 2025
Cutter: P436s
Publicação: 20-02-2026
Nº Páginas: 46
Autores:
TAINARA MENEZES DOS SANTOS (Thainaram524@gmail.com)

CECÍLIA DE SOUZA PEREIRA (---)

Orientadores: 
M.Sc. LARISSE RICARDO GADELHA (Lattes)

Palavras-Chave: 
  • epidemiologia
  • Pré-natal
  • Saúde pública 
  • sífilis congênita
  • Transmissão vertical
Keywords: 
  • congenital syphilis
  • epidemiology
  • prenatal care
  • Public health
  • vertical transmission