RESUMO
Introdução: A inteligência artificial (IA) surge como aliada da enfermagem ao apoiar decisões
clínicas, prever pioras e reduzir a sobrecarga profissional. Seu uso melhora a segurança do paciente,
qualifica a SAE e otimiza processos assistenciais. Apesar do potencial, requer implementação ética,
validação e responsabilidade no uso dos dados. A IA representa uma oportunidade estratégica para
ampliar eficiência e qualidade no cuidado em saúde. Objetivo: Analisar como a inteligência artificial
pode fortalecer o processo de trabalho da enfermagem, melhorando a qualidade da assistência e a
segurança do paciente. Identificar benefícios como apoio à decisão, triagem mais eficiente e redução
da sobrecarga profissional. Discutir também desafios éticos e estruturais para sua implementação
responsável, preservando o protagonismo do enfermeiro. Metodologia: A pesquisa é uma revisão
integrativa qualitativa, baseada na análise de artigos publicados entre 2020 e 2025, em português ou
inglês, sobre inteligência artificial na enfermagem. A busca foi realizada nas bases SciELO, JMIR, BMC,
Europe PMC, PROQUALIS e Google Acadêmico, utilizando descritores relacionados à IA, enfermagem
e segurança do paciente. Os estudos selecionados foram organizados e analisados de forma temática.
Conclusão: A inteligência artificial mostra grande potencial para melhorar o trabalho da enfermagem,
qualificando a assistência e aumentando a segurança do paciente. Contribui para triagem eficiente,
identificação precoce de riscos e redução da sobrecarga. Porém, sua adoção exige infraestrutura, ética
e regulamentação. A IA deve complementar o enfermeiro, mantendo o protagonismo profissional. Com
uso responsável, pode transformar positivamente o cuidado em saúde.