A dança, enquanto prática corporal, artística e social, tem se destacado como uma importante estratégia de promoção da saúde e melhoria da qualidade de vida. Este estudo tem como objetivo analisar junto a literatura, os benefícios da dança na promoção da saúde e melhoria da qualidade de vida dos praticantes que optaram por essa modalidade de atividade física. Cuja metodologia adotada foi a revisão bibliográfica descritiva, realizada a partir das bases de dados Google Acadêmico Biblioteca SCIELO e portal de periódicos da CAPES, onde, o período selecionado para a análise dos artigos e demais fontes acadêmicas compreendeu publicações realizadas entre os anos de 2019 e 2025, para tanto, foi utilizado os descritores e os critérios de inclusão e exclusão. A análise evidencia que a dança favorece o bem-estar integral, contribuindo para o fortalecimento muscular, equilíbrio, coordenação motora, redução do estresse e estímulo das funções cognitivas. Além disso, promove inclusão social, autoconhecimento e autoestima, especialmente entre grupos vulneráveis. Observou-se também que a prática ainda é majoritariamente feminina, devido a estereótipos culturais que associam a dança à feminilidade, o que limita a participação masculina e restringe seus benefícios. Conclui-se que a dança constitui um recurso terapêutico e educativo, de grande potencial transformador, capaz de integrar corpo, mente e relações sociais, reafirmando-se como uma ferramenta essencial na promoção da saúde e na busca por uma vida mais equilibrada e significativa.